Archive for the ‘Não organizado’ Category

18 de agosto de 2010 | Autor: César Moutinho

Estamos divulgando nossa nova Logomarca.

Dentro de pouco tempo nosso site estará reestilizado, melhorando o aspecto visual.

O sentido da nova logomarca diz respeito ao cuidado que temos com o produto de nossos clientes. A logomarca mostra duas mãos protegendo uma semente, ao mesmo tempo em que parece três silos em dois planos diferentes.

Fomos agraciados com esse presente pelo Arquiteto Martin Süffert, designer porto alegrense (maketa@terra.com.br).

13 de agosto de 2010 | Autor: César Moutinho

  Algumas idéias precisam ser melhor trabalhadas ao desenvolvermos um projeto de construção de uma unidade armazenadora.

  Há um erro sério cometido em todas as unidades que tenho tido a oportunidade de visitar, que não sei porque nos projetos novos ainda os projetistas seguem cometendo. Por exemplo o uso de poços de elevador.  Existe a necessidade de construirmos e utilizarmos poço de elevador profundo?   Tenho certeza de que com volume de dinheiro gasto para enterrar um elevador alguns metros de profundidade, poderiamos construí-lo no nível do terreno, que certamente o custo da obra seria mais barato.   Gastam-se alguns reais em impermeabilizações, depois bombas hidráulicas para retirar essa água de infiltração, e assim por diante…

  Outro problema de alguns projetos diz respeito ao sentido de fluxo de uma planta. Só tem uma via. Moega, pré-limpeza, pulmão do verde, secador, pulmão do seco, silo armazenador. E se quisermos colocar o produto para aeração para depois ser seco no secador? Como retornar esse produto se só existe uma via de acesso, a de ida?

  Mais uma: dimensionamento dos ventiladores. Normalmente de baixa capacidade, onde o produtor quer economizar no valor da turbina,e acabará gastando muito mais em número de dias de motor ligado para aerar uma massa de grãos.

  Pense nisso ao encomendar um projeto.

  Estamos às ordens para assessorá-lo.

                                                      César Moutinho
                                                      contato@agropec.com.br

11 de agosto de 2010 | Autor: César Moutinho

Estamos preparando 3 novos cursos para produtores e empresas do setor primário.
1. NR 33 – Espaços Confinados;
2. Aguador de Lavoura;
3. Nivelador à Laser.

Esperamos que os produtos estejam de acordo com a necessidade de todos.
Quem tiver interesse, por favor, enviem e-mail solicitando vagas num desses eventos, para que possamos organizar as primeiras turmas.
Boa semana à todos.

30 de julho de 2010 | Autor: César Moutinho

Pelo interessante artigo desse produtor rural, o transcrevo aqui.
Boa leitura.
Benvindo Ferreira, Produtor Rural. São Borja, 30 de julho de 2010

O agronegócio brasileiro é responsável pela sobra de doláres no saldo do balanço de pagamento do comércio exterior brasileiro. Nesta semana o presidente Lula se vangloriava de ter dinheiro para emprestar até para o FMI. Não é a indústria, tão beneficiada nos acordos no Mercosul, a responsável por esse saldo, entretanto, é a indústria que se beneficia desses acordos e quem paga a conta é o agricultor brasileiro. Não dá para entender a posição do governo federal nessa situação, senão vejamos. Vou apresentar somente os dados relativos ao arroz no Rio Grande do Sul.

O RS produziu este ano, 2010, perto de 14 milhões de sacas de 50 kg, arredondando para simplificar os cálculos. Com os preços praticados no RS, ao redor de R$26,00 a saca e com um custo de produção de R$31,00, calculado pelo IRGA, cada produtor perderá perto de R$5,00 por saca. A economia da metade sul gaúcha, tem uma influência forte da orizicultura e economicamente se diz que na metade sul o fator de multiplicação na economia local é 5, ou seja cada real que o produtor recebe gera mais R$4,00 na economia local. Vamos fazer um cálculo simples, vamos multiplicar por 5 (R$5,00 reais perdidos por saca ) pela produção gaúcha de 14.000.000 de sacas. Aparece um total de R$70.000.000,00 que os produtores gaúchos deixaram de jogar na economia local. Calculando agora o quanto deixou de circular na economia da metade sul, basta multiplicarmos por 5, fator de multiplicação na economia, o valor dos 70 milhões, o que nos dá um total de R$350.000.000,00 que deixou de circular na metade sul. Levando em conta que o governo, do que circula na economia, arrecada perto de 45% em impostos, taxas e outros, o governo deixou de arrecadar R$157.500.000,00. O estrago nas economias locais é enorme, isto vem com aumento em gastos de seguro desemprego, auxílios de todos os tipos, aumento de miséria e desemprego. Comércio não gira, falência, pobreza, etc. Os países desenvolvidos, todos sem exceção, subsidiam seus agricultores; e não é por bondade, nem por serem ignorantes, é que eles sabem o impacto na economia e quanto representa isso na economia deles. Mas o Brasil vai na contramão. Os governos brasileiros, a muito tempo vem na contramão. Deve ser por se julgarem mais inteligentes, ou talvez mesmo até por pura burrice não enxergam isso. Há ainda outra explicação, talvez seja para que o número de bolsas-família aumente e aí o numero de compra escancarada de votos através do bolsa família aumente. Qualquer mecanismo de garantia de preço do produto custaria no mínimo a metade do que deixam de arrecadar. Esses cálculos somente refletem a situação do arroz. Se juntarmos a situação do trigo, muito pior; do leite e tantos outros, veremos que não há um produto agrícola que pague a conta e o furo na economia gaúcha é cada vez maior.

Hoje na agricultura brasileira, nem a menina dos olhos de ouro do governo, a agricultura familiar, esta conseguindo pagar os empréstimos que receberam, com juros especiais. Não há como pagar, mesmo com juro muito, muito baixo, pois o produto não cobre os custos e sem renda não há como pagar. Cada dia o furo é maior. Este ano sobrará dinheiro para financiar a agricultura, pois mesmo com juro baixo, sem preços o produtor nunca conseguirá pagar, não importa se ele seja pequeno, médio ou grande. Em contrapartida a indústria e o supermercado vão muito, mas muito bem, obrigado mesmo.

Não é por nada que o Brasil apresenta o terceiro lugar em desnível social atrás até do Equador e que ganha apenas da Bolivia e do Haiti. O Haiti é quase aqui mesmo.

28 de julho de 2010 | Autor: César Moutinho

Nossa Prefeitura Municipal de Alegrete, por iniciativa de seu Secretário Municipal do Meio Ambiente, Sr. Nilto Delgado está propondo à Indústria do Arroz ajudar com iniciativas que minimizem o problema de geração do pó de arroz. Estão reunidas as principais indústrias localizadas na região do Bairro Progresso.
Existe a simpatia dessas indústrias em colaborar com a Secretaria do Meio Ambiente.
Medidas educativas à vizinhança estão sendo discutidas, e certamente todos serão beneficiados.
Aguardamos mais detalhamento dessas medidas para breve.
Todas as indústrias estão buscando adequação à IN 03 do MAPA/CONAB. Atendendo a normativa, certamente o problema do pó será minimizado, já que é contemplado sua minimização pela normativa.

 
César Moutinho
Eng.Agrônomo
Crea-RS 65.715
Crea-BA 21.006
Auditor Técnico do SNCUA
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